KingBarton7's Profile

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<h1>Meu Mestrado Em Yale: Dois Meses E Muito Aprendizado</h1>
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<p>N&atilde;o recomendado por pediatras - eles acreditam que o material atrapalha o desenvolvimento do equil&iacute;brio e da marcha das meninas - os andadores foram estudados por uma professora da Universidade de Fisioterapia da Faculdade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Paula Silva Carvalho Chagas pesquisou os efeitos do exerc&iacute;cio do andador durante o doutorado no programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias da Reabilita&ccedil;&atilde;o da Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Escola Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
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<p>As conclus&otilde;es de Paula reacendem a pol&ecirc;mica. Ela n&atilde;o encontrou nenhum dado que comprove preju&iacute;zos ao desenvolvimento dos garotos em consequ&ecirc;ncia a do material. A pesquisadora assim como concluiu que n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias a respeito de proveitos &agrave;s crian&ccedil;as. Fisioterapeuta h&aacute; doze anos, Paula conta que, antes de come&ccedil;ar o respectivo estudo, procurou fontes na literatura cient&iacute;fica a respeito do cen&aacute;rio.</p>
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<p>Segundo ela, as pesquisas n&atilde;o recomendavam o emprego, mas n&atilde;o apresentavam embasamento cient&iacute;fico nas justificativas. Ela acompanhou durante 9 meses 40 fam&iacute;lias: 20 que resolveram usar o equipamento e vinte que escolheram por n&atilde;o utiliz&aacute;-lo. O andador n&atilde;o foi recomendado pela fisioterapeuta a nenhuma delas. As fam&iacute;lias come&ccedil;aram a ser analisadas na pesquisadora quando os pirralhos estavam com nove meses, em m&eacute;dia. Al&eacute;m de verificar o desenvolvimento motor das garotas, Paula fazia avalia&ccedil;&otilde;es pra checar como as gurias estavam andando. Durante seis meses depois de come&ccedil;arem a andar sozinhas, os pi&aacute;s passavam por testes. Paula conta que foram observadas a maneira de percorrer das mo&ccedil;as, a maestria em subir rampas e o relato dos pais.</p>
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<li>Champanhe combina com pizza? Por que, n&atilde;o</li>
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<li>dois Deputado federal (1995 a 2010) 4.2.Um Mandato de 1995 a 1997</li>
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<li>08/06/dez 17:Trinta e seis - Maria Harley</li>
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<li>quatro Ipameri 3.4.Um Cursos T&eacute;cnicos</li>
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<li>tr&ecirc;s Bacharelado / Licenciatura / Tecnologia</li>
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<p>O consequ&ecirc;ncia &eacute; que n&atilde;o houve diferen&ccedil;as no recurso entre os grupos. “Todos os fedelhos sugeriram desenvolvimento normal, aprendendo os movimentos acertadamente em um tempo adequado”, reconhece Paula, que foi orientada na professora Marisa Mancini, do Departamento de Terapia Ocupacional da UFMG. A pesquisadora ressalta que o grupo que optou pelo andador n&atilde;o deixava as garotas muito tempo no instrumento.</p>
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<p>No m&aacute;ximo, uma hora por dia. Al&eacute;m do mais, as fam&iacute;lias possuem boas condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas. “N&atilde;o sabemos as implica&ccedil;&otilde;es de exerc&iacute;cio mais duradouro do andador pelas meninas, por exemplo”, destaca. Paula ressalta que uma das ideias mais difundidas contra o andador era a que ele aumentaria as oportunidadess de queda das gurias. “Percebemos que isto ocorre bem mais por neglig&ecirc;ncia dos pais do que devido a do equipamento”, diz. opini&atilde;o da fisioterapeuta, os resultados poder&atilde;o cooperar pra que a decis&atilde;o cl&iacute;nica de optar pelo exerc&iacute;cio do andador ou n&atilde;o seja feita com apoio em dados cient&iacute;ficos.</p>
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<p>A Popula&ccedil;&atilde;o Brasileira de Pediatria n&atilde;o recomenda o emprego do instrumento. Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Cient&iacute;fico de Seguran&ccedil;a da Crian&ccedil;a e do Jovem da entidade, afirma que o andador n&atilde;o traz benef&iacute;cios para o desenvolvimento da crian&ccedil;a. Ele lembra que, com o aparelho, a guria apoia muito a ponta dos p&eacute;s pra se locomover e n&atilde;o tem controle preciso do movimento.</p>
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<p style="clear:both;text-align: center"><cite>Segundo ela, eles deixam a crian&ccedil;a mais livre.</cite></p>
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<p>“Ele circula sem controle ou dire&ccedil;&atilde;o e a circunst&acirc;ncia de acidentes &eacute; muito grande”, opina. A professora da Unifesp reconhece, n&atilde;o obstante, que um padr&atilde;o mais recente acess&iacute;vel no mercado poderia ser recomendado. &Eacute; o que a guria fica inteiramente em p&eacute; e parece um carrinho (como os usados por quem tem dificuldade de locomo&ccedil;&atilde;o). Segundo ela, eles deixam a menina mais livre. “Ela pode abaixar e segurar um instrumento no ch&atilde;o, como por exemplo.</p>
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<p>Treinar o equil&iacute;brio e o refinamento dele bem como &eacute; relevante para o beb&ecirc;”, garante. Aramis complementa que o maravilhoso &eacute; deixar um espa&ccedil;o livre de obst&aacute;culos e instrumentos pra meninas que est&atilde;o engatinhando. “Um agrad&aacute;vel est&iacute;mulo que os pais conseguem conceder &eacute; espa&ccedil;o com seguran&ccedil;a, um ambiente est&aacute;vel em que ela possa utilizar as habilidades que for adquirindo durante o desenvolvimento natural do seu corpo”, diz.</p>
<br /> Fonte:
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<p>Base da proposta de uma s&eacute;rie, planejada por Sergio Muniz e Thomaz Farkas, sobre isto as correntes migrat&oacute;rias para o Brasil, tendo como piloto a imigra&ccedil;&atilde;o italiana. Analisam-se estilos culturais, pol&iacute;ticos, sociais e culin&aacute;rios dessa presen&ccedil;a italiana em S&atilde;o Paulo que, no come&ccedil;o dos anos 1980, &eacute; a terceira maior cidade do mundo em n&uacute;mero de descendentes daquele povo. A partir de um depoimento do instrumentista Papete, explica-se a hist&oacute;ria do berimbau na &Aacute;frica e a chegada do aparelho &agrave; Bahia.</p>
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<p>O curta fez cota do movimento da ABD (Liga Brasileira de Documentaristas) em uma disputa, desde 1975, para que um curta brasileiro acompanhasse necessariamente a exposi&ccedil;&atilde;o de todo longa-metragem estrangeiro. O instrumentista Osvaldinho da Cu&iacute;ca conduz uma exposi&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica sobre a presen&ccedil;a da cu&iacute;ca em v&aacute;rios pa&iacute;ses do mundo e sua populariza&ccedil;&atilde;o no Brasil.</p>
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